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De 0% de cobertura a um novo sistema de esgoto: Taquarussu avança para beneficiar 4 mil moradores

Município já conta com 27,9 quilômetros de rede coletora e 1.448 ligações domiciliares; obras incluem estação de tratamento, elevatória e emissário

Cerca de 4 mil moradores de Taquarussu estão mais próximos de contar com um novo sistema de esgotamento sanitário. O município, que partiu de uma realidade de 0% de cobertura, avança na implantação da infraestrutura necessária para coletar, transportar e tratar o esgoto produzido pela população.

As obras já resultaram na implantação de 27,9 quilômetros de rede coletora e na execução de 1.448 ligações domiciliares. A nova infraestrutura aproxima o sistema das residências e cria as condições necessárias para que o esgoto gerado nos imóveis seja coletado e encaminhado adequadamente para tratamento.
Mais do que ampliar uma rede existente, Taquarussu está estruturando um sistema de esgotamento sanitário praticamente do zero. O projeto reúne diferentes etapas e equipamentos que, quando concluídos e integrados, permitirão ao município avançar para uma nova condição de atendimento.
Entre as principais estruturas está a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), projetada para tratar até 10 litros por segundo. A unidade já alcançou 79% de execução e será responsável por receber e tratar o esgoto coletado antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.
O município também já conta com uma Estação Elevatória de Esgoto (EEE) concluída. A estrutura será responsável por bombear o esgoto em trechos onde as condições do relevo não permitem que o deslocamento ocorra somente pela ação da gravidade, garantindo a continuidade do fluxo até as etapas seguintes do sistema.
Outro componente em implantação é o emissário, responsável pela condução do esgoto entre diferentes estruturas. Ao todo, estão previstos 2,8 quilômetros, com aproximadamente 20% das obras já executadas.
Para que o sistema de esgotamento sanitário funcione adequadamente, diferentes estruturas atuam de forma integrada: as redes coletoras recebem o esgoto produzido nos imóveis, as estações elevatórias auxiliam no transporte em trechos onde é necessário vencer diferenças de relevo, os emissários fazem a condução entre os pontos do sistema e a estação de tratamento realiza os processos necessários antes da devolução do efluente tratado ao meio ambiente.
Uma transformação que chega até as casas – Embora grande parte da infraestrutura de esgotamento sanitário permaneça debaixo das ruas e pouco visível no cotidiano, os benefícios chegam diretamente às casas e à vida da população.
As 1.448 ligações domiciliares já executadas representam justamente essa aproximação entre a infraestrutura implantada nas ruas e os imóveis que poderão ser atendidos pelo novo sistema.
“Quando um município que não contava com cobertura de esgotamento sanitário passa a receber redes coletoras, ligações domiciliares, estação elevatória e uma nova estação de tratamento, estamos diante de uma transformação estrutural. É uma infraestrutura que amplia as condições de saúde e qualidade de vida da população e, ao mesmo tempo, contribui para a proteção do meio ambiente”, destaca o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra.
(Da assessoria)

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