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Formação continuada: Vicentina usa caixa lúdica e coloca mais inclusão no ensino e aprendizagem

Oficina de formação continuada  em Vicentina com profissionais da educação dos períodos matutino e vespertino

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Desde que tomou posse, a nova gestão pública de Vicentina realiza um processo continuado de inclusão, que vão desde atividades esportivas que estava sem visibilidade e apoio, ao trabalho terapêutico e educacional para crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Uma lição na educação inclusiva de Vicentina é o processo permanente de formação continuada de seus profissionais, especialmente quem trabalha diretamente no apoio dentro das salas de aula. Nesta semana, mais uma oficina de formação foi realizada no município, com profissionais de educação de apoio da Rede Municipal de Ensino.

Ministrada pela professora Vilma Brito Leal, psicopedagoga e coordenadora do centro municipal de atenção à pessoa autista, a oficina aconteceu na Escola Antônia Alves Feitosa,  com a participação das professoras de apoio das unidades de ensino da rede municipal, da sede e dos distritos de Vila Rica e São José.

Caixa lúdica – O principal instrumento entregue às profissionais foi uma caixa lúdica, contendo ferramentas para auxiliar no trabalho de apoio para quem precisa. Numa demonstração interativa e dinâmica com exposição de forma didática, a apresentação da caixa e sua eficiência no ensino foi o destaque da jornada pedagógica em Vicentina.

A caixa lúdica é um recurso terapêutico e psicopedagógico preenchido com brinquedos e materiais criativos. Profissionais a utilizam para observar e avaliar o desenvolvimento emocional, cognitivo e social de crianças por meio do brincar.

A caixa lúdica contém materiais de expressão, como massinha de modelar, tintas, lápis de cor e papéis. Também tem miniaturas e faz de conta, como bonecos fantoches, carrinhos e animais de brinquedo. Jogos de memória também cabem na caixa lúdica, que tem também quebra-cabeças, dominós e baralhos.

A caixa lúdica tem ainda objetos sensoriais, como bolinhas antiestresse ou itens com texturas variadas. O objetivo das ferramentas é ajudar a criança a se sentir acolhida e segura, permitindo  identificar traços de personalidade, bloqueios emocionais e dificuldades de aprendizagem.

O uso da da caixa lúdica ajuda na expressão de sentimentos, pois facilita que a criança comunique conflitos que ainda não consegue traduzir em palavras.

Apoio e trabalho integrado – A psicopedagoga Vilma faz questão de ressaltar o esforço e determinação da atual gestão com o processo permanente de inclusão em Vicentina. Ele cita especialmente o apoio do prefeito Cléber Dias da Silva e da primeira-dama Érica Cordeiro Bezerra da Silva no trabalho continuado de atenção às pessoas e fortalecimento da dignidade humana.

Vilminha enfatiza também o apoio e suporte da secretária Ludelça Dorneles dos Santos (Saúde) e as atividades de ensino integradas com a Secretaria de Educação, chefiada pela professora Aline Lopes. A união de esforços entre as práticas clínicas e terapêuticas com o processo de ensino e aprendizagem é fundamental para evolução das pessoas com transtornos e outras dificuldades ou limitações.

 

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