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Vizinhos que injetam saúde: Vicentina e Jateí entre os primeiros de MS na vacinação contra gripe

Prefeita Ciliede (Jateí) e prefeito Cléber (Vicentina) destacam trabalho de vacinação nos municípios

Vicentina e Jateí começaram a semana como destaque no trabalho de imunização de grupos prirotários contra o vírus da Influenza (gripe) no Estado de MS. Dados divulgados pela Coordenadoria de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde mostram Vicentina em primeiro lugar com quase 60% da população-alvo  vacinadas, enquanto Jateí aparece logo atrás com 58,17% em segundo lugar, sendo que Japorã ocupa a terceira colocação entre os 10 municípios que lideram em vacinação no Estado.

Os dados são referentes à imunização da faixa populacional considerada prioritária, formada por grupos com maior risco de desenvolver complicações graves pela doença. Esse público inclui crianças de seis meses a menores de seis anos, pessoa idosa com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, profissionais da Saúde e Educação, indígenas, quilombolas e pacientes com comorbidades.

Municípios vizinhos um do outro e considerados pequenos, Vicentina e Jateí se mostram gigantes no trabalho de vacinação, com mobilização de equipes e sensibilização da população para a necessidade da prevenção, uma vez que a maioria das vacinas utilizadas atinge taxas próximas a 100% na prevenção de casos graves, hospitalizações e óbitos, enquanto ameniza significativamente a intensidade dos sintomas caso a infecção ocorra.

O prefeito Cléber Dias da Silva, de Vicentina, e a prefeita Cileide Cabral da Silva Brito, de Jateí, aproveitam para destacar o empenho das equipes das secretarias de Saúde dos dois municípios, reafirmando o compromisso das gestões para ações em defesa da vida.

Vacina para todos e todas – Desde o dia 15 de maio, a vacinação contra a Influenza (gripe) em MS está liberada para toda população a partir de seis meses de idade. A ampliação foi adotada pela Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul para reforçar a proteção durante este período de maior circulação de vírus respiratórios.

A ampliação ocorre sem prejuízo ao atendimento dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, que seguem sendo foco das estratégias de imunização em todo o Estado.

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