Celeiro de atletas: Com novo local em Vicentina, projeto social de judô foca na formação para cidadania



O apoio para as mais diferentes modalidades esportivas em Vicentina é uma realidade, desde a posse da nova gestão pública do município. Dentro de suas possibilidades, a Prefeitura de Vicentina tem dado o suporte necessário para o desenvolvimento e participação em competições.
Além do apoio para as diversas modalidades esportivas, a sensibilidade política da gestão também investe na formação de crianças e adolescentes. Com núcleos de formação em diferentes áreas, a nova gestão vicentinense promove a inclusão por meio do esporte, entregando ainda noções básicas de condutas para a vida.
Judô em novo local – Um das modalidades que ganhou visibilidade e apoio em Vicentina, desde o ano passado, é o judô. O projeto social local se tornou referência na formação de atletas, revelando talentos que já representam e garantem medalhas para o município, em competições regionais, estaduais e até nacional.
Uma das competições que o projeto social vai participar serão os Jogos Escolares da Juventude de MS, que ocorrerão entre entre maio e agosto deste ano.
Para 2026, a expectativa é melhorar ainda mais o desempenho das atividades. Uma das novidades é a melhoria nas condições de acolhimento e treinamento de integrantes do projeto, que passa a funcionar no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), ao do prédio da Prefeitura.
O novo local definido pela Prefeitura para os treinamentos em Vicentina está sendo muito elogiado pela coordenação e participantes do projeto. O novo espaço é confortável, equipado com ar condicionado, bebedouro e banheiros masculino e feminino.
No novo local, o professor (sensei) Ralf Rozas vai ministrar treinos toda terça-feira das 18h30m às 20h30m, enquanto o professor (sensei) Laércio Almeida dará treinamento na sexta-feira, das 17h às 19h30m. Aos sábados, o treinamento ocorre das 16h às 18h, com Ralf Rozas.
De acordo com Laércio, atualmente o projeto tem 35 integrantes, com idades entre 5 a 16 anos, inclusive com algumas crianças autistas. “Acolhemos elas como gesto de respeito às diferenças e para fazer do projeto um núcleo de inclusão”, afirma.
Laércio observa que os treinos do projeto social de judô tem foco na formação das crianças e adolescentes, com repasse de conhecimentos, ensinamentos e disciplina.

